A implantação do Tiny ERP é muito mais do que criar uma conta, cadastrar produtos e começar a emitir pedidos ou notas fiscais. Para que o sistema realmente contribua para aumentar a produtividade da empresa, reduzir erros operacionais e centralizar a gestão de vendas, estoque, faturamento, logística e canais digitais, é necessário estruturar corretamente cada etapa da implementação.
Esse cuidado é especialmente importante para empresas que vendem pela internet e precisam administrar simultaneamente uma loja virtual, marketplaces, estoque, pedidos, notas fiscais, expedição e informações financeiras. Quanto maior o número de canais de venda e produtos, maior tende a ser a importância de uma implantação planejada.
O Tiny, atualmente integrado ao ecossistema Olist, é um ERP amplamente utilizado por pequenas e médias empresas e operações de e-commerce. Entretanto, os resultados obtidos com a plataforma dependem diretamente da qualidade das configurações, dos dados inseridos, das regras fiscais, das integrações e, principalmente, da forma como os processos internos da empresa são estruturados.
Neste guia, você entenderá como funciona a implantação do Tiny ERP, quais são suas principais etapas, quais informações precisam ser preparadas, como realizar a migração de dados, como integrar marketplaces e lojas virtuais e quais cuidados ajudam a evitar problemas durante a transição.
Caso sua empresa esteja procurando uma implantação acompanhada por especialistas, conheça também o serviço de consultoria, configuração e implantação do Tiny ERP realizado pela Polivision.
O que é a implantação do Tiny ERP?
A implantação do Tiny ERP é o conjunto de procedimentos necessários para adaptar o sistema à realidade operacional da empresa e colocá-lo efetivamente em funcionamento. O processo pode envolver desde configurações relativamente simples, como cadastro de usuários e produtos, até atividades mais complexas, como parametrização fiscal, importação de dados, configuração de estoque, integração com marketplaces e desenvolvimento do fluxo de expedição.
Por esse motivo, implantar um ERP não deve ser confundido com simplesmente contratar o sistema. A contratação disponibiliza a tecnologia; a implantação transforma essa tecnologia em uma ferramenta integrada aos processos reais da empresa.
Em uma operação de e-commerce, por exemplo, o pedido pode ser originado no Mercado Livre, Amazon, Shopee ou na própria loja virtual. Esse pedido precisa chegar corretamente ao ERP, reservar ou movimentar o estoque, passar pelo processo de faturamento, gerar os documentos fiscais necessários, seguir para separação e expedição e posteriormente atualizar seu status no canal de origem.
Quando todas essas etapas estão corretamente configuradas, grande parte do fluxo pode ser automatizada. Quando existem falhas na implantação, porém, a empresa pode enfrentar divergências de estoque, produtos duplicados, pedidos que não são importados corretamente, erros fiscais e retrabalho operacional.
É justamente por isso que uma implantação completa do Tiny ERP deve considerar o negócio como um todo, e não apenas as configurações isoladas disponíveis dentro da plataforma.
Por que planejar a implantação do Tiny?
Um ERP centraliza informações fundamentais da empresa. Isso significa que qualquer erro na estrutura inicial pode se propagar para diferentes áreas da operação.
Imagine, por exemplo, uma empresa que possui centenas ou milhares de SKUs distribuídos entre diferentes marketplaces. Se os códigos dos produtos não estiverem padronizados antes da integração, a sincronização poderá gerar inconsistências entre o estoque físico, o ERP e os anúncios existentes nos canais de venda.
O mesmo princípio vale para questões fiscais. Configurações inadequadas de produtos, natureza de operação ou tributação podem interferir na emissão dos documentos fiscais e gerar problemas que precisam ser corrigidos posteriormente.
O planejamento da implantação serve justamente para identificar essas dependências antes que a empresa transfira sua operação para o novo sistema. É nesse momento que são definidas prioridades, responsabilidades, cronograma, integrações necessárias e procedimentos de validação.
Uma implantação bem planejada tende a proporcionar maior segurança durante a mudança de ERP e reduz a necessidade de correções posteriores.
Quais são as principais etapas da implantação do Tiny ERP?
Embora cada empresa possua características próprias, uma implantação estruturada normalmente pode ser dividida em algumas grandes fases: diagnóstico, planejamento, preparação dos dados, configuração do sistema, parametrização fiscal, migração, integração dos canais de venda, configuração logística, testes, treinamento e acompanhamento após a entrada em produção.
A seguir, vamos detalhar cada uma dessas etapas.
1. Diagnóstico da operação da empresa
A primeira etapa da implantação deve acontecer antes das configurações propriamente ditas. É necessário compreender como a empresa funciona atualmente.
Nesse diagnóstico devem ser analisados os canais de venda utilizados, quantidade aproximada de produtos e SKUs, estrutura do estoque, processo de faturamento, meios de pagamento, logística, transportadoras, plataformas de e-commerce, marketplaces e eventuais sistemas que precisarão trocar informações com o Tiny.
Também é importante mapear o caminho percorrido por um pedido. De onde ele chega? Quem verifica o pagamento? Em qual momento ocorre a reserva do estoque? Quando a nota fiscal é emitida? Quem realiza a separação? Como são geradas as etiquetas? Como o pedido é despachado e atualizado no marketplace?
Esse mapeamento permite identificar gargalos e definir como o fluxo deverá funcionar após a implantação.
Empresas que comercializam seus produtos em diversos canais devem dedicar atenção especial a essa fase. A Polivision possui uma página específica sobre integração de ERP com marketplaces, que ajuda a compreender como essa centralização pode ser estruturada.
2. Definição dos objetivos da implantação
Depois de compreender o cenário atual, é necessário estabelecer o que a empresa pretende alcançar com o Tiny ERP.
Algumas empresas estão migrando porque o sistema anterior não acompanha mais o crescimento da operação. Outras querem abandonar planilhas e controles manuais. Há ainda negócios cujo principal objetivo é centralizar Mercado Livre, Shopee, Amazon e loja virtual em um único ambiente.
Entre os objetivos mais comuns estão reduzir retrabalho, melhorar o controle de estoque, automatizar a importação de pedidos, diminuir erros de expedição, facilitar a emissão de notas fiscais, organizar as informações financeiras e criar processos que permitam aumentar o volume de pedidos sem ampliar proporcionalmente a estrutura operacional.
Definir esses objetivos facilita a priorização das configurações e também permite avaliar posteriormente se a implantação atingiu os resultados esperados.
3. Planejamento da implantação do Tiny ERP
Com os processos e objetivos definidos, começa a elaboração do plano de implantação. O cronograma dependerá da complexidade da operação, do volume de dados que precisará ser migrado e da quantidade de integrações necessárias.
Uma empresa com poucos produtos e apenas um canal de vendas possui necessidades muito diferentes de uma operação com milhares de SKUs, múltiplos depósitos, loja virtual própria e presença simultânea em diversos marketplaces.
O planejamento deve estabelecer a sequência das configurações, os responsáveis por fornecer e validar informações, quais dados serão importados, quando as integrações serão ativadas, como serão realizados os testes e em qual momento ocorrerá a entrada definitiva em produção.
Também é recomendável definir previamente um período de validação para que possíveis inconsistências sejam identificadas antes que o sistema assuma integralmente a operação.
4. Organização e saneamento dos dados
Uma das etapas frequentemente subestimadas na implantação de um ERP é a qualidade dos dados que serão inseridos no novo sistema.
Migrar informações incorretas apenas transfere problemas antigos para uma plataforma nova. Antes da importação, portanto, é recomendável revisar cadastros de produtos, clientes, fornecedores e outras informações relevantes.
No catálogo de produtos, por exemplo, devem ser avaliados códigos internos, SKUs, descrições, categorias, preços, custos, unidades, GTIN/EAN quando aplicável, informações fiscais e estoque inicial.
Produtos duplicados, códigos inconsistentes e descrições pouco padronizadas devem ser corrigidos antes da migração sempre que possível.
Esse processo de saneamento pode parecer trabalhoso, mas proporciona uma base muito mais confiável para a implantação e para as futuras integrações.
5. Configuração inicial da empresa no Tiny
Com os dados organizados, inicia-se a parametrização do ambiente. Nessa fase são configuradas as informações cadastrais e operacionais que servirão de base para os demais módulos.
Podem ser definidos dados da empresa, usuários, permissões, vendedores, depósitos, contas financeiras, categorias, formas de pagamento, configurações de vendas, preferências de estoque e outros parâmetros relacionados ao funcionamento da operação.
As permissões dos usuários merecem atenção especial. Nem todos os colaboradores precisam ter acesso a todas as informações ou funções do ERP. A estruturação adequada dos perfis ajuda a organizar responsabilidades e reduzir alterações indevidas.
6. Cadastro e importação de produtos
O cadastro de produtos é uma das estruturas centrais de qualquer operação de comércio eletrônico. É a partir dele que diversas informações serão relacionadas aos pedidos, estoque, documentos fiscais e integrações.
Quando a empresa possui poucos produtos, parte do cadastro pode ser realizada manualmente. Em operações maiores, normalmente é necessário trabalhar com importações ou mecanismos de integração.
Independentemente do método utilizado, o ponto mais importante é preservar uma identificação consistente de cada item.
O SKU merece atenção especial porque frequentemente funciona como elemento de relacionamento entre o ERP e os diferentes canais de venda. Alterações ou duplicidades podem causar divergências de estoque e problemas de vinculação.
7. Configuração fiscal e emissão de notas
A configuração fiscal é uma das fases mais sensíveis da implantação do Tiny ERP. As informações devem estar alinhadas ao regime tributário e à operação da empresa.
Podem ser necessários parâmetros relacionados a NCM, CFOP, CST ou CSOSN, origem da mercadoria, tributação e natureza das operações realizadas.
As regras variam conforme empresa, produto, regime tributário e tipo de operação. Por esse motivo, decisões tributárias devem ser validadas com o contador ou profissional responsável pela área fiscal da empresa.
Depois da parametrização, é recomendável realizar testes de emissão antes de iniciar o faturamento normal no novo ambiente.
8. Migração de dados para o Tiny ERP
A migração pode envolver produtos, clientes, fornecedores, estoque e outras informações necessárias para a continuidade da operação.
Antes da carga definitiva, é recomendável realizar backup das bases anteriores e manter uma cópia dos arquivos utilizados na importação.
Quando o volume de informações é elevado, uma estratégia prudente é realizar primeiro uma importação de teste com uma quantidade limitada de registros. Depois de confirmar que os campos foram interpretados corretamente, a carga completa pode ser realizada.
Após a migração, não basta verificar se os registros existem. É necessário validar amostras e conferir se códigos, preços, estoques e demais informações relevantes foram transferidos corretamente.
9. Configuração do estoque
A gestão de estoque está diretamente relacionada à confiabilidade de uma operação omnichannel ou multicanal.
É necessário definir como o estoque será controlado, quais depósitos serão utilizados, quando ocorrerá a reserva dos produtos e como os diferentes canais consultarão ou atualizarão as quantidades disponíveis.
Uma configuração inadequada pode permitir que um mesmo produto seja vendido simultaneamente em dois canais sem disponibilidade física suficiente, ocasionando cancelamentos e possíveis impactos na reputação do vendedor nos marketplaces.
Por isso, a implantação deve analisar não apenas o número inicial do estoque, mas também a lógica de movimentação utilizada durante todo o ciclo do pedido.
10. Integração do Tiny com marketplaces
Para empresas que vendem em marketplaces, esta costuma ser uma das etapas mais importantes da implantação.
O objetivo é conectar os canais de venda ao ERP para reduzir tarefas manuais e centralizar a operação. Dependendo da integração utilizada, informações de pedidos, produtos, estoque, preços, faturamento e status podem circular entre as plataformas.
Empresas que vendem no Mercado Livre, Shopee, Amazon e outros canais precisam avaliar individualmente as regras de cada integração. A forma de relacionamento entre anúncios, SKUs, estoque e pedidos pode variar.
A Polivision trabalha justamente com esse tipo de projeto. Para aprofundar o assunto, consulte o conteúdo sobre integração com e-commerce e marketplaces no Tiny.
Também é possível conhecer as soluções específicas disponíveis na área de integrações da Polivision.
11. Integração do Tiny com Mercado Livre
O Mercado Livre possui particularidades relacionadas a anúncios, variações, estoque, logística e reputação do vendedor. Por isso, uma integração inadequada pode gerar impactos operacionais significativos.
Antes da ativação definitiva, é importante validar o relacionamento entre os produtos cadastrados no Tiny e os anúncios existentes, especialmente quando existem variações de cor, tamanho ou modelo.
Também devem ser testados o recebimento dos pedidos, atualização do estoque, faturamento e demais etapas utilizadas pela empresa.
Quando a operação utiliza Mercado Livre Full, existem ainda particularidades adicionais relacionadas ao estoque armazenado nos centros de distribuição do marketplace.
12. Integração do Tiny com Shopee
A Shopee se tornou um canal relevante para muitas operações brasileiras de comércio eletrônico. Empresas que possuem grande quantidade de pedidos podem obter ganhos operacionais importantes ao centralizar o fluxo no ERP.
A implantação deve verificar como os produtos estão vinculados, como ocorre a importação dos pedidos, qual estoque é utilizado e como os status são atualizados.
O objetivo é evitar que a equipe precise administrar manualmente cada venda dentro do painel da plataforma quando o processo puder ser centralizado.
13. Integração do Tiny com Amazon
A Amazon também possui características próprias de catálogo, anúncios e logística. Por isso, a implantação deve considerar como os produtos vendidos nesse canal serão relacionados aos cadastros existentes no Tiny.
Assim como nos demais marketplaces, é fundamental realizar testes antes de considerar a integração concluída.
Uma estratégia multicanal bem estruturada permite que a empresa utilize o ERP como núcleo operacional, enquanto os marketplaces funcionam como diferentes pontos de aquisição de pedidos.
14. Integração com lojas virtuais
Além dos marketplaces, muitas empresas possuem uma loja virtual própria. Nesse cenário, o Tiny pode fazer parte da arquitetura que conecta o e-commerce aos processos internos de gestão.
A Polivision atua com plataformas como Shopify, Nuvemshop e Loja Integrada, além de projetos envolvendo outras tecnologias de comércio eletrônico.
Na implantação, devem ser analisados catálogo, estoque, pedidos, preços, clientes, faturamento e logística. O objetivo é evitar a existência de diferentes bases independentes que precisam ser atualizadas manualmente.
15. Configuração de pedidos e vendas
O fluxo de pedidos precisa ser adaptado à rotina da empresa. Dependendo da operação, um pedido pode passar por diferentes situações antes de ser concluído.
A equipe deve compreender quais status serão utilizados, em que momento o estoque será reservado, quando ocorrerá o faturamento e quais ações serão realizadas automaticamente ou manualmente.
Essa padronização é importante porque transforma o ERP em um processo operacional compartilhado, e não apenas em uma ferramenta utilizada de maneira diferente por cada colaborador.
16. Configuração da expedição e logística
Depois do pagamento e faturamento, começa uma das etapas mais críticas para a experiência do cliente: a expedição.
Separação, conferência, embalagem, geração de etiquetas e despacho precisam funcionar de maneira coordenada. Quanto maior o volume diário de pedidos, maior é a importância de processos padronizados.
Um ERP corretamente implantado pode ajudar a estruturar esse fluxo, reduzindo tarefas repetitivas e melhorando a rastreabilidade do pedido desde a entrada até o envio.
17. Configuração financeira
A gestão financeira também pode ser incorporada ao projeto de implantação conforme as necessidades da empresa.
É possível organizar contas, formas de pagamento, categorias e outros elementos necessários ao acompanhamento financeiro.
O ponto fundamental é definir previamente como essas informações serão utilizadas. Um ERP pode concentrar uma grande quantidade de dados, mas eles somente geram valor quando são cadastrados de forma consistente e utilizados em processos de acompanhamento e decisão.
18. Testes antes da entrada em produção
Nenhuma implantação deveria ser considerada concluída sem testes.
O ideal é reproduzir situações reais da operação: cadastrar ou sincronizar um produto, gerar uma venda, importar um pedido de marketplace, conferir a movimentação do estoque, emitir o documento fiscal, realizar a separação e verificar a expedição.
Também devem ser testadas situações menos frequentes, como cancelamentos, devoluções e alterações de pedidos, quando fizerem parte da rotina da empresa.
Os testes permitem descobrir inconsistências em um ambiente controlado, antes que elas afetem um grande volume de pedidos reais.
19. Treinamento da equipe
Mesmo uma configuração tecnicamente perfeita pode fracassar se as pessoas que utilizarão o ERP não compreenderem os processos definidos.
O treinamento deve ser direcionado às funções efetivamente desempenhadas por cada equipe. Um colaborador responsável pela expedição possui necessidades diferentes de quem trabalha no financeiro ou no cadastro de produtos.
Mais importante do que ensinar onde estão os botões é explicar o fluxo operacional. O usuário precisa entender por que determinada etapa existe e quais consequências uma alteração pode gerar nas demais áreas.
20. Entrada em produção
Depois das configurações, integrações, testes e treinamento, chega o momento de colocar o Tiny em operação definitiva.
Essa transição deve ser planejada cuidadosamente para evitar períodos em que dois sistemas estejam atualizando simultaneamente informações críticas sem uma regra clara.
Também é recomendável escolher um momento adequado para a virada. Empresas com sazonalidade acentuada, por exemplo, devem avaliar se é conveniente realizar uma migração justamente antes de datas de alto volume de pedidos.
Nos primeiros dias de produção, indicadores e processos críticos devem ser acompanhados com atenção redobrada.
21. Acompanhamento após a implantação
A entrada em produção não significa necessariamente o encerramento do projeto.
Nos primeiros dias e semanas podem surgir necessidades de ajustes que não foram identificadas durante os testes. Usuários também começam a compreender melhor o sistema à medida que passam a trabalhar diariamente com ele.
Por isso, uma implantação profissional deve prever um período de acompanhamento e otimização.
O objetivo é corrigir gargalos, aperfeiçoar processos e verificar se as automações estão realmente proporcionando os ganhos esperados.
Quanto tempo demora para implantar o Tiny ERP?
Não existe um prazo único para todas as empresas. O tempo necessário depende do tamanho e da complexidade da operação.
Uma empresa com catálogo reduzido, poucos usuários e apenas um canal de vendas tende a possuir um projeto mais simples. Já uma operação com milhares de produtos, múltiplos marketplaces, loja virtual, diferentes depósitos e processos fiscais específicos exigirá mais preparação, testes e validações.
Por esse motivo, promessas de implantação em um prazo padronizado devem ser analisadas com cautela. O mais importante não é colocar o sistema em funcionamento rapidamente, mas garantir que os processos críticos estejam corretamente configurados.
Quais são os erros mais comuns na implantação do Tiny?
Diversos problemas podem ser evitados com planejamento. Entre os erros mais frequentes estão iniciar a implantação sem mapear os processos existentes, importar dados sem saneamento, utilizar SKUs inconsistentes, ativar integrações sem testes, configurar regras fiscais sem validação contábil, não conferir o estoque inicial e liberar usuários sem treinamento adequado.
Outro erro recorrente é tentar reproduzir exatamente todos os procedimentos do sistema anterior. A migração para um novo ERP pode ser uma oportunidade para revisar processos que já não fazem sentido e eliminar etapas manuais desnecessárias.
A implantação deve, portanto, ser encarada também como um projeto de melhoria operacional.
É possível implantar o Tiny sozinho?
Sim. Dependendo da complexidade da empresa e da experiência da equipe, é possível realizar internamente muitas configurações do sistema.
Entretanto, conforme aumentam a quantidade de produtos, usuários, marketplaces, integrações e particularidades operacionais, também aumenta o risco de configurações inconsistentes ou retrabalho.
O apoio de uma consultoria especializada pode ser particularmente útil em migrações, integrações multicanal, estruturação de estoque, treinamento e operações que não podem ficar indisponíveis durante a transição.
Quando contratar uma consultoria para implantação do Tiny ERP?
A contratação tende a fazer mais sentido quando a empresa precisa migrar de outro ERP, possui grande volume de cadastros, vende simultaneamente em diversos marketplaces, utiliza loja virtual integrada ou pretende reorganizar processos internos durante a mudança.
Também pode ser interessante quando a equipe não possui disponibilidade para estudar todas as configurações ou quando os riscos associados a uma implantação inadequada são maiores que o investimento na consultoria.
O papel de uma consultoria não deve ser simplesmente preencher campos dentro do sistema. O maior valor está em compreender a operação e transformar as necessidades do negócio em processos adequadamente configurados no ERP.
Implantação do Tiny ERP com a Polivision
A Polivision atua na implantação, configuração, treinamento e integração de sistemas ERP para empresas que comercializam produtos pela internet e precisam organizar operações multicanal.
A proposta é analisar a realidade da empresa antes de definir as configurações, considerando catálogo, estoque, faturamento, expedição, e-commerce e marketplaces.
Dessa maneira, o projeto não se limita à configuração técnica da ferramenta. O objetivo é estruturar um ambiente que permita à empresa utilizar o ERP de forma eficiente no cotidiano e que esteja preparado para acompanhar o crescimento da operação.
Conheça em detalhes o serviço de implantação e consultoria Tiny ERP da Polivision.
Perguntas frequentes sobre implantação do Tiny ERP
O que é necessário para começar a implantação do Tiny?
O primeiro passo é levantar as características da operação, incluindo produtos, estoque, usuários, regime tributário, canais de venda, marketplaces, plataforma de e-commerce, logística e sistema atualmente utilizado. Com essas informações é possível elaborar um plano de implantação mais adequado.
Quais dados podem ser migrados para o Tiny?
A possibilidade e a forma de migração dependem da origem e da estrutura dos dados. Cadastros de produtos, clientes, fornecedores e outras informações podem fazer parte do projeto. Antes de qualquer importação, os arquivos devem ser analisados, padronizados e testados.
É possível integrar o Tiny com marketplaces?
Sim. O ERP pode participar de operações integradas a diferentes canais de venda. Cada marketplace possui características próprias e as possibilidades devem ser verificadas de acordo com a integração disponível e com o fluxo desejado pela empresa.
O Tiny pode ser usado por quem vende no Mercado Livre?
Sim. Operações do Mercado Livre podem utilizar o Tiny para centralizar diferentes etapas da gestão. A configuração deve considerar anúncios, SKUs, estoque, pedidos, faturamento e logística utilizados pela empresa.
O Tiny integra com Shopee?
O Tiny pode fazer parte de operações que vendem pela Shopee, permitindo centralizar processos relacionados aos pedidos e à gestão operacional conforme os recursos disponíveis na integração.
É possível integrar Tiny e Amazon?
Sim. Empresas que vendem na Amazon podem incorporar esse canal à sua estrutura de gestão. É importante configurar e testar corretamente o relacionamento entre produtos, anúncios, pedidos e estoque.
O Tiny pode integrar loja virtual e marketplaces ao mesmo tempo?
Esse é justamente um dos cenários em que a utilização de um ERP pode proporcionar maior ganho operacional. A empresa pode centralizar processos relacionados a diferentes canais, reduzindo a necessidade de administrar cada plataforma de maneira completamente independente.
Preciso de contador durante a implantação?
É recomendável envolver o profissional responsável pela contabilidade nas definições tributárias e fiscais. A consultoria de implantação pode realizar configurações técnicas, mas decisões tributárias devem ser validadas pelo responsável fiscal ou contábil da empresa.
Preciso treinar todos os funcionários?
Os usuários que utilizarão o sistema devem receber treinamento compatível com suas responsabilidades. Não é necessário que todos conheçam todas as funções, mas cada colaborador precisa dominar o fluxo relacionado à sua atividade.
Quanto custa uma implantação do Tiny ERP?
O investimento depende do escopo. Quantidade de produtos, canais de venda, integrações, necessidade de migração, número de usuários e complexidade dos processos são alguns dos fatores que podem influenciar o projeto.
Quanto tempo leva uma implantação?
O prazo varia conforme a complexidade da operação. Projetos simples podem demandar menos etapas, enquanto operações multicanal com grandes catálogos e diversas integrações exigem mais tempo para preparação, configuração, testes e treinamento.
Vale a pena contratar uma consultoria Tiny ERP?
Para operações simples, uma implantação interna pode ser suficiente. Para empresas com múltiplos canais, grande quantidade de produtos, migração de outro sistema ou processos mais complexos, uma consultoria pode reduzir retrabalho e acelerar a estruturação adequada do ambiente.
Conclusão: uma boa implantação transforma o Tiny em parte da estratégia da empresa
A implantação do Tiny ERP não deve ser vista apenas como uma tarefa técnica. Trata-se de um projeto que envolve processos, pessoas, dados e tecnologia.
Diagnosticar a operação, organizar os cadastros, configurar corretamente produtos e estoque, validar as informações fiscais, integrar os canais de venda, testar os fluxos e treinar os usuários são etapas fundamentais para transformar o ERP em uma ferramenta efetivamente útil para o crescimento da empresa.
Quanto mais complexa for a operação, maior será a importância de uma implantação estruturada. Isso é especialmente verdadeiro para negócios que vendem simultaneamente em loja virtual, Mercado Livre, Shopee, Amazon e outros marketplaces.
Se sua empresa está avaliando a adoção do sistema ou já utiliza a plataforma, mas precisa reorganizar seus processos, conheça a solução de Tiny ERP: implantação, configuração, integração e treinamento da Polivision.
A Polivision também oferece projetos de integração de ERP com marketplaces, permitindo estruturar uma operação mais centralizada, automatizada e preparada para crescer.






