Consultar corretamente as faixas de CEP do Brasil é importante para empresas que trabalham com vendas pela internet, transportadoras, marketplaces, sistemas ERP e operações logísticas. A divisão dos Códigos de Endereçamento Postal permite identificar regiões de entrega, configurar tabelas de frete, estabelecer áreas atendidas e criar regras comerciais de acordo com a localização do cliente.
Nesta página, a Polivision reúne as principais faixas de CEP por estado, separando capitais, regiões metropolitanas e interior quando essa divisão é aplicável.
Além de servir como uma referência rápida para consulta, a tabela pode auxiliar empresas que precisam configurar CEPs em plataformas de e-commerce, ERPs, gateways de frete, transportadoras e integrações com marketplaces.
O que é CEP?
CEP é a sigla para Código de Endereçamento Postal, sistema utilizado no Brasil para facilitar a identificação e o encaminhamento de correspondências e encomendas.
Atualmente, o CEP brasileiro possui oito algarismos e normalmente é representado no formato:
00000-000
A numeração não é aleatória. As faixas são distribuídas geograficamente, permitindo identificar determinadas regiões do território brasileiro.
Por isso, conhecer a faixa correspondente a determinado estado ou região pode ser especialmente útil em operações de comércio eletrônico e logística.
Tabela de faixas de CEP por estado
A tabela abaixo apresenta uma referência das faixas de CEP brasileiras organizadas por estado e região.
| Estado | Região | CEP inicial | CEP final |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | São Paulo – Capital | 01000-000 | 05999-999 |
| São Paulo (SP) | São Paulo – Capital – faixa adicional | 08000-000 | 08499-999 |
| São Paulo (SP) | Região Metropolitana | 06000-000 | 09999-999 |
| São Paulo (SP) | Litoral | 11000-000 | 11999-999 |
| São Paulo (SP) | Interior | 12000-000 | 19999-999 |
| Rio de Janeiro (RJ) | Rio de Janeiro – Capital | 20000-000 | 23799-999 |
| Rio de Janeiro (RJ) | Região Metropolitana | 20000-000 | 26600-999 |
| Rio de Janeiro (RJ) | Interior | 26601-000 | 28999-999 |
| Espírito Santo (ES) | Vitória – Capital | 29000-000 | 29099-999 |
| Espírito Santo (ES) | Interior | 29100-000 | 29999-999 |
| Minas Gerais (MG) | Belo Horizonte – Capital | 30000-000 | 31999-999 |
| Minas Gerais (MG) | Região Metropolitana | 30000-000 | 34999-999 |
| Minas Gerais (MG) | Interior | 35000-000 | 39999-999 |
| Bahia (BA) | Salvador – Capital | 40000-000 | 41999-999 |
| Bahia (BA) | Região Metropolitana | 40000-000 | 44470-999 |
| Bahia (BA) | Interior | 44471-000 | 48999-999 |
| Sergipe (SE) | Aracaju – Capital | 49000-000 | 49099-999 |
| Sergipe (SE) | Interior | 49100-000 | 49999-999 |
| Pernambuco (PE) | Recife – Capital | 50000-000 | 52999-999 |
| Pernambuco (PE) | Região Metropolitana | 50000-000 | 54999-999 |
| Pernambuco (PE) | Interior | 55000-000 | 56999-999 |
| Alagoas (AL) | Maceió – Capital | 57000-000 | 57099-999 |
| Alagoas (AL) | Interior | 57100-000 | 57999-999 |
| Paraíba (PB) | João Pessoa – Capital | 58000-000 | 58099-999 |
| Paraíba (PB) | Interior | 58100-000 | 58999-999 |
| Rio Grande do Norte (RN) | Natal – Capital | 59000-000 | 59099-999 |
| Rio Grande do Norte (RN) | Interior | 59100-000 | 59999-999 |
| Ceará (CE) | Fortaleza – Capital | 60000-000 | 60999-999 |
| Ceará (CE) | Região Metropolitana | 60000-000 | 61900-999 |
| Ceará (CE) | Interior | 61901-000 | 63999-999 |
| Piauí (PI) | Teresina – Capital | 64000-000 | 64099-999 |
| Piauí (PI) | Interior | 64100-000 | 64999-999 |
| Maranhão (MA) | São Luís – Capital | 65000-000 | 65099-999 |
| Maranhão (MA) | Interior | 65100-000 | 65999-999 |
| Pará (PA) | Belém – Capital | 66000-000 | 66999-999 |
| Pará (PA) | Região Metropolitana | 66000-000 | 67999-999 |
| Pará (PA) | Interior | 68000-000 | 68899-999 |
| Amapá (AP) | Macapá – Capital | 68900-000 | 68914-999 |
| Amapá (AP) | Interior | 68915-000 | 68999-999 |
| Amazonas (AM) | Manaus – Capital | 69000-000 | 69099-999 |
| Amazonas (AM) | Interior – faixa 1 | 69100-000 | 69299-999 |
| Roraima (RR) | Boa Vista – Capital | 69300-000 | 69339-999 |
| Roraima (RR) | Interior | 69340-000 | 69399-999 |
| Amazonas (AM) | Interior – faixa 2 | 69400-000 | 69899-999 |
| Acre (AC) | Rio Branco – Capital | 69900-000 | 69920-999 |
| Acre (AC) | Interior | 69921-000 | 69999-999 |
| Distrito Federal (DF) | Brasília | 70000-000 | 70999-999 |
| Distrito Federal (DF) | Regiões Administrativas | 71000-000 | 72799-999 |
| Goiás (GO) | Entorno do Distrito Federal | 72800-000 | 72999-999 |
| Distrito Federal (DF) | Regiões Administrativas – faixa 2 | 73000-000 | 73699-999 |
| Goiás (GO) | Interior – faixa 1 | 73700-000 | 73999-999 |
| Goiás (GO) | Goiânia – Capital | 74000-000 | 74899-999 |
| Goiás (GO) | Interior / demais municípios | 74900-000 | 76799-999 |
| Rondônia (RO) | Porto Velho – Capital | 76800-000 | 76849-999 |
| Rondônia (RO) | Interior | 76850-000 | 76999-999 |
| Tocantins (TO) | Palmas – Capital | 77000-000 | 77299-999 |
| Tocantins (TO) | Interior | 77300-000 | 77999-999 |
| Mato Grosso (MT) | Cuiabá – Capital | 78000-000 | 78109-999 |
| Mato Grosso (MT) | Interior | 78110-000 | 78899-999 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | Campo Grande – Capital | 79000-000 | 79129-999 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | Interior | 79130-000 | 79999-999 |
| Paraná (PR) | Curitiba – Capital | 80000-000 | 82999-999 |
| Paraná (PR) | Região Metropolitana | 80000-000 | 83800-999 |
| Paraná (PR) | Interior | 83801-000 | 87999-999 |
| Santa Catarina (SC) | Florianópolis – Capital | 88000-000 | 88099-999 |
| Santa Catarina (SC) | Região Metropolitana | 88000-000 | 88469-999 |
| Santa Catarina (SC) | Interior | 88470-000 | 89999-999 |
| Rio Grande do Sul (RS) | Porto Alegre – Capital | 90000-000 | 91999-999 |
| Rio Grande do Sul (RS) | Região Metropolitana | 90000-000 | 94900-999 |
| Rio Grande do Sul (RS) | Interior | 94901-000 | 99999-999 |
Importante: as faixas apresentadas nesta página devem ser utilizadas como referência regional. Para validar um CEP específico, endereço, logradouro ou faixa postal operacional, recomenda-se consultar a base oficial dos Correios.
Como funcionam as faixas de CEP no Brasil?
O sistema brasileiro de CEP segue uma distribuição territorial. Isso significa que determinados intervalos numéricos estão associados a regiões, estados e municípios.
Em uma análise mais ampla, é possível observar uma sequência geográfica:
São Paulo: 01000-000 a 19999-999
Rio de Janeiro: 20000-000 a 28999-999
Espírito Santo: 29000-000 a 29999-999
Minas Gerais: 30000-000 a 39999-999
A sequência continua pelas demais unidades da Federação até chegar ao Rio Grande do Sul, que ocupa as faixas finais da numeração nacional.
Entretanto, existem exceções importantes. Amazonas e Roraima, por exemplo, possuem intervalos intercalados. Situação semelhante ocorre entre Goiás e Distrito Federal.
Por esse motivo, uma empresa que precisa criar regras automáticas não deve simplesmente presumir que cada estado ocupa necessariamente um único intervalo contínuo.
Para que as faixas de CEP são utilizadas no e-commerce?
Para uma loja virtual, conhecer a faixa de CEP do consumidor pode ter aplicações muito mais amplas do que simplesmente localizar um endereço.
Uma operação de e-commerce pode estabelecer regras de frete diferentes para determinadas regiões, oferecer entrega própria em alguns municípios, restringir produtos para localidades específicas ou selecionar automaticamente a transportadora mais adequada.
Imagine, por exemplo, uma empresa localizada em São Paulo que realiza entregas próprias somente na capital e utiliza transportadoras para os demais estados.
Uma regra baseada em CEP pode ajudar o sistema a identificar automaticamente quais pedidos pertencem à área atendida pela frota própria.
Essa lógica também pode ser empregada para campanhas de frete grátis, prazos diferenciados, modalidades expressas e restrições geográficas.
Faixas de CEP e cálculo de frete
O CEP é uma das principais informações utilizadas pelos sistemas de cálculo de frete.
Normalmente, a plataforma combina o CEP de origem e o CEP de destino com informações como:
- peso do pedido;
- dimensões da embalagem;
- valor da mercadoria;
- modalidade de entrega;
- tabela da transportadora;
- prazo estimado;
- regras comerciais da loja.
Dessa combinação resulta a apresentação das opções de entrega ao consumidor.
Em operações mais sofisticadas, diferentes transportadoras podem atender às mesmas regiões. O sistema compara as regras cadastradas ou consulta serviços integrados para determinar as alternativas disponíveis.
Uma configuração incorreta de faixas de CEP pode, portanto, resultar em fretes indisponíveis, valores incorretos ou pedidos aceitos para localidades não atendidas pela operação.
Como utilizar uma faixa de CEP para configurar uma transportadora?
Muitas transportadoras disponibilizam tabelas comerciais baseadas em intervalos de CEP.
Uma determinada tarifa, por exemplo, pode valer para:
CEP inicial: 01000-000
CEP final: 05999-999
Outra tarifa pode ser utilizada para um intervalo diferente.
Ao integrar essas informações ao e-commerce ou ERP, é necessário garantir que os intervalos estejam corretamente cadastrados e que não existam lacunas ou sobreposições indevidas.
Dependendo da plataforma utilizada, as regras podem ser cadastradas diretamente no sistema ou processadas por uma integração com a transportadora.
CEP, ERP e gestão de pedidos
O CEP também desempenha papel importante no ERP.
Quando um pedido realizado no e-commerce ou marketplace é integrado ao sistema de gestão, os dados do destinatário precisam acompanhar a venda para permitir faturamento, emissão de documentos fiscais, expedição e geração das informações necessárias para a entrega.
A Polivision trabalha com implantação e integração de sistemas ERP para operações de comércio eletrônico.
Empresas que utilizam o Bling ERP podem conhecer as soluções de implantação e configuração oferecidas pela Polivision na página:
https://polivision.com.br/bling-erp/
Para operações que utilizam o Tiny ERP, também disponibilizamos serviços específicos:
https://polivision.com.br/tiny-erp/
Além da implantação do ERP, a integração correta entre sistema de gestão, loja virtual e marketplaces reduz processos manuais e facilita a centralização dos pedidos.
Faixas de CEP e marketplaces
Marketplaces como Mercado Livre, Amazon e Shopee possuem estruturas próprias de logística e entrega, mas o CEP continua sendo fundamental para identificar o destino do pedido e determinar quais serviços podem estar disponíveis.
Quando uma empresa vende simultaneamente em diversos canais, surge outro desafio: centralizar pedidos, estoque, notas fiscais e informações logísticas.
Nesse cenário, a integração entre ERP e marketplaces torna-se particularmente relevante.
A Polivision desenvolve projetos de integração de ERP com marketplaces, permitindo que empresas organizem operações que envolvem diferentes canais de venda.
Saiba mais:
https://polivision.com.br/integracao-de-erp-com-marketplaces-amazon-shopee-e-mercado-livre/
CEP e plataformas de e-commerce
WooCommerce, Shopify, Nuvemshop, Loja Integrada e outras plataformas podem utilizar o CEP para cálculo de entrega e aplicação de diferentes regras logísticas.
A arquitetura varia de acordo com a plataforma e com os aplicativos ou módulos instalados.
No WooCommerce, por exemplo, determinadas extensões permitem estabelecer áreas de entrega e regras condicionais. Outras soluções consultam APIs de transportadoras e serviços logísticos.
Em qualquer cenário, é importante testar diferentes CEPs antes de colocar uma nova configuração em produção.
Um teste adequado deve contemplar, no mínimo, CEPs da capital, região metropolitana, interior, localidades mais distantes e regiões eventualmente não atendidas.
Como saber a qual estado pertence um CEP?
As grandes faixas estaduais permitem fazer uma identificação inicial.
Um CEP começando por 01, por exemplo, pertence à cidade de São Paulo. Já um CEP começando por 30 está relacionado a Minas Gerais, especificamente à região de Belo Horizonte.
Entretanto, identificar o endereço completo exige uma consulta mais precisa.
A tabela desta página é indicada principalmente para determinar intervalos geográficos de CEP, não para substituir uma ferramenta de busca de endereço.
Qual é a faixa de CEP de São Paulo?
O estado de São Paulo utiliza CEPs dentro do grande intervalo de:
01000-000 a 19999-999
Entretanto, a distribuição interna é mais complexa.
A cidade de São Paulo utiliza principalmente as faixas 01000-000 a 05999-999 e 08000-000 a 08499-999. A Grande São Paulo utiliza outros intervalos, enquanto o litoral concentra-se principalmente na faixa iniciada por 11 e grande parte do interior utiliza CEPs entre 12000-000 e 19999-999.
Essa divisão é especialmente importante para empresas que possuem operações logísticas concentradas no estado.
Qual é a faixa de CEP do Rio de Janeiro?
O estado do Rio de Janeiro utiliza a grande faixa compreendida entre:
20000-000 e 28999-999
A capital concentra-se nos intervalos iniciais, enquanto os números posteriores avançam para municípios da Região Metropolitana e interior.
Para aplicações logísticas, recomenda-se trabalhar com os intervalos específicos da região atendida, em vez de utilizar apenas o intervalo estadual.
Qual é a diferença entre CEP da capital e CEP do interior?
Uma unidade da Federação pode possuir diferentes faixas destinadas à capital, municípios metropolitanos e cidades do interior.
Essa separação é relevante principalmente para logística.
Transportadoras frequentemente possuem custos e prazos diferentes para capital e interior. Uma entrega dentro de uma região metropolitana pode chegar no dia seguinte, enquanto uma entrega para um município distante no mesmo estado pode exigir vários dias adicionais.
Dessa forma, dois consumidores do mesmo estado podem receber condições logísticas bastante diferentes.
Como cadastrar faixas de CEP sem o hífen?
Alguns sistemas exigem que os CEPs sejam informados somente numericamente.
Nesse caso:
01000-000
deve ser cadastrado como:
01000000
É fundamental preservar os zeros à esquerda.
Em bancos de dados e planilhas, portanto, o CEP deve preferencialmente ser tratado como texto, e não como número.
Caso uma planilha converta 01000000 para 1000000, a informação original terá sido alterada.
Cuidados ao trabalhar com CEP em planilhas e integrações
Um erro frequente ocorre quando arquivos CSV ou Excel interpretam CEP como campo numérico.
Como alguns CEPs começam com zero, a conversão automática pode eliminar o primeiro algarismo.
Para evitar o problema, defina a coluna como texto antes de importar os dados.
O mesmo princípio deve ser observado durante integrações entre sistemas. Apesar de ser formado por algarismos, o CEP funciona conceitualmente como um identificador, e não como um número destinado a operações matemáticas.
Perguntas frequentes sobre faixas de CEP
1. Quantos números possui um CEP?
O CEP brasileiro possui oito algarismos e normalmente é apresentado no formato 00000-000.
2. Cada estado possui uma faixa de CEP própria?
Sim. Existem intervalos associados às unidades da Federação, embora alguns estados apresentem mais de uma faixa em razão da estrutura de distribuição postal brasileira.
3. Como descobrir o estado por meio do CEP?
A faixa inicial permite identificar a região ou estado correspondente. Para identificar endereço e município com precisão, entretanto, deve ser utilizada uma consulta específica de CEP.
4. Posso usar a tabela para configurar frete?
A tabela pode servir como referência inicial. Para configurações comerciais ou operacionais, é recomendável validar os intervalos efetivamente atendidos pela transportadora.
5. O CEP deve ser cadastrado com ou sem hífen?
Depende do sistema. Alguns aceitam 01000-000 e outros exigem 01000000.
6. CEP pode começar com zero?
Sim. Diversos CEPs, especialmente no estado de São Paulo, começam com zero. Por isso, CEPs devem ser armazenados como texto em planilhas e bancos de dados.
7. Capital e interior possuem CEPs diferentes?
Em geral existem intervalos distintos ou subdivisões que permitem identificar capital, região metropolitana e interior.
8. Uma transportadora pode utilizar faixas diferentes das apresentadas nesta tabela?
Sim. Uma transportadora pode subdividir uma faixa postal em diversas áreas comerciais de acordo com sua malha logística, prazos e tarifas.
9. Posso configurar frete grátis utilizando CEP?
Sim. Dependendo da plataforma de e-commerce, é possível criar regras de frete grátis ou condições diferenciadas para determinadas faixas de CEP.
10. Como integrar regras de CEP ao ERP?
A implementação depende do ERP, da plataforma de e-commerce e da solução logística utilizada. Em alguns casos, as regras ficam no e-commerce; em outros, são consultadas diretamente em serviços externos ou integrações.
Integração de ERP, e-commerce, marketplaces e logística
Uma operação digital eficiente depende da comunicação correta entre os diferentes sistemas envolvidos na venda.
O cliente realiza o pedido na loja virtual ou marketplace. A venda precisa chegar ao ERP, o estoque deve ser atualizado, os documentos fiscais precisam ser processados e as informações logísticas devem seguir para expedição.
Quando essas etapas funcionam de maneira integrada, a empresa reduz tarefas repetitivas e consegue administrar um volume maior de pedidos com menor dependência de processos manuais.
A Polivision desenvolve projetos de implantação de ERP, integração com marketplaces e implementação de operações de e-commerce, incluindo soluções baseadas em Bling e Tiny.
Se sua empresa precisa configurar ou integrar ERP, e-commerce, marketplaces e processos de venda online, conheça nossas soluções e fale com a equipe da Polivision.







